Close Menu
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
RIO PRETO FM 8 87,9 quinta-feira, 4 junho
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Jovem encontrada carbonizada com o padrasto estava sem parte das roupas, diz PM

    junho 4, 2026

    Pé encontrado em rodovia que pode ser de estudante morta em acidente segue sem identificação há 15 dias

    junho 4, 2026

    Imagens mostram como ficou a casa onde duas pessoas foram encontradas carbonizadas no TO

    junho 4, 2026

    Padrasto e enteada carbonizados dentro de casa em Araguaína são identificados

    junho 4, 2026

    Lilia Cabral imprime a leveza de Rita Lee em ‘Balada da louca’, peça sobre como é ser humano em horas de partida

    junho 4, 2026

    20 hits em 20 anos: como ‘Minha Mulher Não Deixa Não’ virou um ‘brega-resenha’ de sucesso em 2010

    junho 4, 2026

    Marjane Satrapi, autora de ‘Persepolis’, morre aos 56 anos

    junho 4, 2026

    ‘Todo Mundo em Pânico’ tenta voltar às origens com piadas batidas sobre a ‘cultura do cancelamento’; g1 já viu

    junho 4, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Jovem encontrada carbonizada com o padrasto estava sem parte das roupas, diz PM

    junho 4, 2026

    Pé encontrado em rodovia que pode ser de estudante morta em acidente segue sem identificação há 15 dias

    junho 4, 2026

    Imagens mostram como ficou a casa onde duas pessoas foram encontradas carbonizadas no TO

    junho 4, 2026

    Lilia Cabral imprime a leveza de Rita Lee em ‘Balada da louca’, peça sobre como é ser humano em horas de partida

    junho 4, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
RIO PRETO FM 8 87,9
Home»Entretenimento»Ana Cañas concilia ‘feminejo’, baladas e ecos de Belchior e Dylan em álbum para o ‘mercado comum da vida humana’
Entretenimento

Ana Cañas concilia ‘feminejo’, baladas e ecos de Belchior e Dylan em álbum para o ‘mercado comum da vida humana’

abril 5, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Ana Cañas assina dez das onze músicas que compõem o repertório inteiramente inédito do álbum ‘Vida real’
Fernando Furtado / Divulgação
Capa do álbum ‘Vida real’, de Ana Cañas
Fernando Furtado
♫ OPINIÃO SOBRE DISCO
Título: Vida real
Artista: Ana Cañas
Cotação: ★ ★ ★
♬ “O que é uma vida de artista / No mercado comum da vida humana?”, perguntou Sueli Costa (1943 – 2023), através de verso do poeta Abel Silva, na letra de Vida de artista, canção gravada em 1978 pela compositora e por Gal Costa (1945 – 2022). Vida real – álbum lançado ontem, 4 de abril, por Ana Cañas – de certa forma embute essa resposta ao longo de 11 faixas pautadas pela diversidade.
Trata-se do primeiro disco da cantora, compositora e instrumentista paulistana após o ciclo vitorioso de turnê que, a reboque do cancioneiro de Belchior (1946 – 2017), repôs Cañas no mainstream – universo no qual a artista debutou em 2007 como grande aposta da gravadora Sony Music – com 180 shows apresentados em todo o Brasil para plateias arrebatadas.
Seria ingênuo pensar que o estouro da turnê não impactou o álbum em que Cañas apresenta dez inéditas canções autorais –compostas sem parceiros – e dá voz a uma música também inédita, O que eu só vejo em você, da lavra de Nando Reis, compositor presente na trajetória da cantora com o dueto Pra você guardei o amor (2009).
Em bom português, espera-se que a Ana Cañas de Vida real dê uma resposta ao mercado que a cantora do anterior álbum autoral, Todxs (2018), não precisava dar porque, na época, inexistiam expectativas comerciais sobre o trabalho da artista. Até porque agora há um empresário forte no agenciamento dos shows de Cañas, Fernando Furtado, nome ligado à trajetória do Skank.
Sintomaticamente, quem assina a produção musical do álbum Vida real (Soul Rica Records) é Dudu Marote, celebrado por ter dado forma a álbuns blockbusters do grupo mineiro nos anos 1990.
Ao produzir Vida real, Marote conseguiu dar certa unidade a um álbum que paquera diversos mundos musicais. Há o aceno para o feminejo em Amiga, se liga, música criada com inspiração na obra de Marília Mendonça (1995 – 2021) e gravada por Cañas com Roberta Miranda, primeira mulher a se firmar como compositora no universo sertanejo.
Há o flerte forçosamente sensual com Ney Matogrosso em Derreti. Há o encontro com Ivete Sangalo em Brigadeiro e café, faixa que serve pop requentado para o mainstream. Há o toque pop de piseiro em Quero um love, faixa que também tem algo de reggae.
E há, na abertura do álbum, a música-título Vida real, inimaginável reprodução do estilo do som folk do Bob Dylan da década de 1960 com ecos da música de Belchior. Cañas canta e toca gaita na faixa.
Na segunda metade do disco, há as baladas de espírito folk, levadas ao violão. Cicatriz, confessional e introspectiva, se destaca nessa seara em que também há Vai passar – faixa mais exteriorizada escrita com versos motivacionais e produzida por Rodrigo Sanches – e há Voa.
“A liberdade é a mãe das que sonham”, sentencia Ana Cañas em verso enfatizado no canto de Toda mulher é além, balada estradeira que evoca o universo country-folk e que se conecta com a ideologia feminista do cancioneiro do já mencionado álbum anterior Todxs.
No ponto final do disco, há a emoção real de Do lado de lá, canção íntima e pessoal composta por Ana por ocasião da morte do irmão da artista, Leandro Cañas, vítima de afogamento em agosto de 2013, aos breves 24 anos.
“Não há tempo que volte, amor”, canta Ana Cañas ao dar voz à música mediana em que Nando Reis cita o verso de Lulu Santos no hit Tempos modernos (1982).
De fato, o tempo espera por ninguém. Com o álbum Vida real, Ana Cañas procura se conectar com os sons de hoje sem anular a alma, a essência e a identidade da artista no mercado comum da vida humana.

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Lilia Cabral imprime a leveza de Rita Lee em ‘Balada da louca’, peça sobre como é ser humano em horas de partida

junho 4, 20260 Visitas

20 hits em 20 anos: como ‘Minha Mulher Não Deixa Não’ virou um ‘brega-resenha’ de sucesso em 2010

junho 4, 20260 Visitas

Marjane Satrapi, autora de ‘Persepolis’, morre aos 56 anos

junho 4, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

‘Achava normal’: Fezes em formato de ‘fita’ é um dos alertas para câncer colorretal; relembre fala de Preta Gil

julho 22, 2025518 Visitas

Veja outros looks polêmicos de Bianca Censori, esposa de Kanye West que apareceu nua no Grammy 2025

fevereiro 4, 2025389 Visitas

Lucas Lucco mostra o pênis em vídeo tomando banho, apaga post e diz ‘foi mal’

dezembro 18, 2024282 Visitas

Estupro em ponto turístico de Palmas ocorreu em frente à viatura e base de segurança; polícia investiga

fevereiro 18, 2026131 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.